Mais um mês que termina, mais um fechamento. Para quem trabalha com vendas, é um momento tenso, cheio de expectativas. Às vezes, na metade do mês, posso saber se nossas vendas foram boas. As reposições são um bom termômetro do que estamos girando nos pontos-de-venda. Outras vezes, são os lançamentos que sinalizam que a meta será atingida. E outros meses chegamos ao fim com uma incógnita: será que "faremos o número"?, como falamos no jargão das vendas. Bem, estamos começando o sofrido processo de fechar o mês. Houve muita reclamação de algumas livrarias. Mês fraco, disseram alguns. As novidades não estão emplacando, disseram outros, referindo-se ao mercado editorial em geral e não especificamente à Thomas Nelson. Segunda-feira ou na madrugada da terça saberemos. Por hora, o bom é ver o livro Investimentos Inteligentes, do Gustavo Cerbasi, em 1º lugar nas livrarias da FNAC e em diferentes posiçoes do ranking dos mais vendidos da Livraria Cultura, Saraiva, Siciliano e Submarino. Ainda não sabemos como fecharemos o mês, mas o trabalho de uma equipe inteira está sendo recompensado com o posicionamento deste livro entre os mais vendidos das grandes redes. Que venham mais vendas!



Um leitor simpático deste blog postou um comentário a respeito do meu texto
O plano original para o domingo era assistir o show do Herbie Hancock e Macy Gray no Parque Villa-Lobos em São Paulo. Dia cheio na cidade: de manhã, Maratona SP, à tarde, um show imperdível grátis. Mas o clima não ajudou. 12 graus celsius de temperatura e chuva. O dia convidava era pra ficar aninhada sob o cobertor e não se aventurar pela rua num evento que podia ter até 50 mil pessoas se o clima ajudasse e estivesse favorável.
Graças ao meu bom amigo André Silvestre, ganhei uma nova edição do livro Dogmatismo e Tolerância de Rubem Alves, edição de 20 anos publicado pela Edições Loyola. Li este livro quando do seu lançamento 20 anos atrás e, na altura, foi como ler aqueles textos imprescindíveis, fundamentais, viscerais.
nas prateleiras, pilhas nas mesas e vitrines e, Deus querendo, vender muito(!) ,geralmente recebe com frieza qualquer informação sobre uma novidade que chegará ao mercado.
Pois é, olhei os textos postados e vi que, o fato da Thomas Nelson estar sediada no Rio de Janeiro, dá um ar bem carioca em tudo. Normal! A maioria geralmente ganha. Eu sou da Thomas Nelson mas trabalho em São Paulo. E que São Paulo! Hoje, fria, cinzenta, emburrada, engarrafada, instransitável. Mas é aqui que concentram-se a maioria das redes de livrarias. É aqui que tenho o desafio de colocar os livros que publicamos numa quantidade grande de lojas e isso exige me deslocar por uma cidade que parece me dizer, a cada dia: "eu não quero você andando por aqui"!!!






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