Documentário
conta a história da indiazinha condenada à morte por sua gente e salva por
missionários evangélicos.
O drama da
pequena Hakani, indiazinha da etnia suruwahá condenada à morte por um rito
tribal e salva por missionários evangélicos, bem que daria um filme. E deu –
Hakani, documentário do diretor e produtor americano David L.Cunningham, tem
emocionado as platéias desde que foi lançado, em Agosto.
O filme, com 36 minutos de duração, foi rodado numa reserva indígena de Rondônia com a participação de representantes de dez diferentes povos nativos e tem elevada carga de dramaticidade. O infanticídio, praticado por cerca de 20 etnias indígenas brasileiras, inclusive os suruwahá, é o pano de fundo da obra. Parte importante do documentário é o depoimento de vários índios condenando o sacrifício ritual de crianças com deficiências físicas ou doenças congênitas – caso de Hakani, que nasceu com hipotireodismo. A cena em que a criança é enterrada viva impressiona pela autenticidade – mas o espectador pode ficar tranqüilo, porque a terra que cobre o rosto da criança que interpreta Hakani é, na verdade, bolo de chocolate esfarelado.


Recentemente escrevi o prefácio do livro Na humildade, de Diane Duque. Segue o texto abaixo:
A história traz os mesmos protagonistas da primeira aventura: Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia, só que mais de mil anos depois – isso na contagem de Nárnia, o equivalente a apenas um ano no nosso mundo. Neste período, em que os quatro irmãos Pevensie estiveram fora de Nárnia, ela foi invadida pelos terríveis telmarinos. Diante de ameaça, as criaturas fantásticas e falantes tiveram que se esconder, mas o príncipe Caspian, herdeiro do trono, sonha em reviver a Antiga Nárnia. Para isso, invoca os reis do passado através da trompa mágica de Susana, que ela deixou antes de voltar para nosso mundo. Os tais telmarinos são, na verdade, piratas do mundo dos mortais que se perderam em uma ilha e foram abduzidos para Nárnia através de uma caverna.
C.S. Lewis foi um renomado professor de literatura da Universidades de Cambridge, falecido em 23 de novembro de 1963, no mesmo dia do assassinato de John Kennedy e da morte de Aldous Huxley. Ele escreveu mais de 40 livros, vários destes livros refletindo sobre o Cristianismo, que havia sido tão marcante em sua vida. Seu interesse era de responder questões existenciais através da fé. Sua apologética, defesa, era uma profunda reflexão sobre o que o Cristianismo havia feito em sua vida.






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