Eu aprendi a nadar bem pequena, na piscina do clube que na
verdade era o quintal da minha casa. Morávamos ao lado, literalmente, do clube.
Depois, larguei a natação e passei a frequentar a piscina apenas para pegar sol
e encontrar os amigos.
Uns 25 anos depois, e uns 25 kg cima do meu peso normal, resolvi voltar à natação. Não foi uma escolha fácil. Eu de-tes-to qualquer atividade física. Mas precisava fazer alguma. E aeróbica. Correr até não é uma ideia tão abominável para mim — talvez por ser uma atividade solitária —, e ajudaria a perder peso mais depressa, mas os dois joelhos, mais estragados do que o de muitos vovozinhos por aí, não deixam.
Com a edição do livro Sem limites, fui ficando um pouco — bem pouco, confesso — mais interessada em voltar à natação. Afinal, quem não se empolga com a história do Phelps? E, coincidência, eu também comecei a nadar com sete anos... Só que eu não tinha medo de colocar a cara na água, como ele...
Fui novamente ao clube e ontem fiz a primeira aula. Cansativa. Mas emocionante. Sabem por quê?



Tendo morado por um breve período na Suécia, apaixonei-me por tudo que é escandinavo - menos arenque! Particularmente sou um grande admirador das sociedades nórdicas e de sua mentalidade social e coletivista. Por isso, não é de se estranhar que eu esteja lendo e curtindo o livro
Os editores geralmente costumam reclamar muito dos autores, de suas exigências e de suas idiossincrasias. É até comum ouvir no mercado editorial que "autor bom é autor morto" - e "sem herdeiros" complementariam alguns. Mas não é meu caso. Afinal, uma das coisas que mais curto no trabalho de editor é justamente o relacionamento com os autores e a amizade que acabamos por desenvolver com eles.






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